quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Chegamos ao final!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Módulo TV
Apresentação do programa de TV ao vivo, com o convidado advogado Bernardo Amorim, especialista no tema Homoafetividade, pauta escolhida para o nosso programa. Fizemos primeiramente a entrevista com Bernardo, durante os primeiros 10 minutos, eu (Anelise Fruett), Sabrina Ribas e Júlia Magalhães, procuramos esclarecer as dúvidas mais comuns sobre o tema, questões sobre o casamento homossexual, adoção, direto sucessório, etc. Bernardo respondeu de forma clara e concisa, fizemos muitas perguntas, o que não nos era esperado, já que tínhamos calculado em média umas cinco para aquele bloco. Ficamos um pouco confusas, até perdidas, no início, por sorte a nossa âncora, Sabrina Ribas, já tinha maior experiência na televisão e soube administrar e encaminhar nosso tempo de entrevista. No segundo bloco, fizemos um debate sobre o assunto, dessa vez sem o advogado. Estavam presentes a âncora, Sabrina Ribas, Camila Merg, Sofia Stoffel e Maximiliano Franzoi. Enquanto isso, eu e Júlia coordenávamos o tempo e a câmera. Foi um debate tranquilo, por mais que todos estivessem bem nervosos com a aparição ao vivo na tevê.
A tevê disponibiliza uma liberdade que outros veículos, como o rádio, não oferecem tanto, talvez essa impressão possa ter vindo por não termos usado ponto, e o microfone ficasse lá no alto. A câmera foi um tanto intimidadora, às vezes nossos pensamentos pareciam voar, mesmo que os olhos estivessem fixos nela. Como um programa experimental, acredito que fizemos o nosso melhor, claro, tivemos nossos momentos de crise, de pânico, etc., o tempo parecia se arrastar, mas foi um bom programa. Agradecemos aos professores pela grande oportunidade, pela paciência e o sempre bom humor!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Módulo TV
Gravar um boletim frente a uma câmera não é uma tarefa fácil. Diria até intimidadora. Manter a concentração diante de um objeto até então desconhecido, que ira reproduzir a sua imagem, do sucesso ou do fracasso, requer muito autocontrole. Em princípio, controlar a angústia, a ânsia e o medo, é como desafiar a si mesmo. Para estar frente a frente com um objeto captador audiovisual deve-se olhar bem para o fundo da alma, buscar coragem para manter a mente fixa, controlada, longe de sentimentos, medos e angústias.
A primeira experiência é sempre a mais difícil. Ainda mais quando se trata de estudantes, futuros jornalistas cheios de expectativa e boa vontade. A ansiedade era contagiante, todos tentavam inúmeras vezes concentrar-se no texto, mas o barulho e os nervos à flor da pele insistiam em dificultar a tarefa.
Tivemos que decorar aqueles boletins diante de todo o barulho que os colegas faziam ao ensaiar suas reportagens, o barulho das pessoas que o comentavam, e de todas as outras pessoas que passavam pela frente da Faculdade de Letras e acham o máximo ver aqueles projetos de jornalistas em frente a uma câmera. Somado à perturbação das mentes que hesitavam em manterem-se quietas e concentradas.
Estas dificuldades talvez até sejam triviais na vida de um jornalista experiente. Mas como se trata da nossa primeira vez, vale ressaltar que foi difícil. Não é fácil entregar-se de corpo e alma, deixando medos e angústias de lado para estar frente a uma câmera.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Temporal
Ou seja, não tivemos aula de Laboratório de Jornalismo na última quinta-feira. Estou ansiosa para assistir às gravações do boletim de televisão.
Um bom final de semana a todos,
Ane.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Módulo TV
O Módulo TV foi uma breve introdução teórica à história evolutiva da televisão brasileira. O surgimento da TV brasileira passou por diversas etapas, Etilista, Populista, do Desenvolvimento Tecnológico, da Expansão Internacional, da Globalização e da TV Paga, até chegar a mais atual: a convergência da qualidade digital (1990-2000).
Em 10 de setembro de 1950, o Brasil conheceu a TV Tupi, pioneira dos primeiros processos de transmissão audiovisual à população. No princípio foi difícil o acesso aos aparelhos, em função do alto custo. Esse fator determinou o inicio de uma fase puramente etilista da televisão brasileira, onde, só quem acompanhou foi a alta hierarquia social.
Não por muito tempo. Já que, em 1964 iniciou a Fase Populista, trazendo programas de auditório voltados para o grande público telespectador popular.
Dando um pulo no tempo, em 72 a TV ganhou cores, e a partir de 1985 o mundo passou a assistir às novelas brasileiras. Escrava Isaura foi um grande sucesso, e com isso, a produção televisiva brasileira passou a ser exportada e idolatrada na China e em vários outros países.
Atualmente, o conteúdo exibido na televisão brasileira é um dos fatores de maior influência (política, consumista, cultural, etc.) sobre os brasileiros. A TV, de uns tempos pra cá, passou a ter mais importância na vida do brasileiro que o prato de arroz e feijão. Tornou-se uma droga, um vício alienador.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Módulo Rádio
Módulo Rádio
Possibilidades radiofônicas
O rádio digital representa uma opção de reinvenção. Alia qualidade de som com a ampliação na transmissão de dados para os receptores. Se explorado seu potencial, o rádio digital pode oportunizar maior interatividade, participação de atores mais diversificados, segmentação e especialização da programação, incremento de qualidade. Por sua vez, as novas plataformas de transmissão e recepção possibilitam renovar a relação do ouvinte com o meio, atualizando-o diante dos costumes da era digital. Enfim, o rádio não deixa de o ser (sonoro, invisível, imediato); acrescenta mecanismos de comunicação a seu modo peculiar.
A previsão de manutenção do rádio entre as mídias viventes pode ser alcançada sob outra perspectiva de observação. O setor de radiodifusores, no Brasil, tem-se mostrado conservador no aproveitamento das tecnologias. No caso da transmissão digital, a preferência tem sido pelo sistema norte-americano, que permite a manutenção da estrutura existente, sem investimentos de peso, nem mudanças de freqüência. Não existe preocupação em renovar a programação e os conteúdos oferecidos. O foco é centrado na qualidade de som e na possibilidade das grandes empresas destacarem-se ainda mais. O interesse está em manter o status e evitar um excessivo acesso a produção e seleção de conteúdo. Experiências mais ousadas já podem ser vistas em partes do globo, como no Reino Unido, onde o rádio digital foi introduzido com sucesso mediante novo conteúdo e barateamento dos aparelhos receptores. Pode ser um exemplo a ser seguido no Brasil, onde a relação do ouvinte com o rádio tem muito o que render.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Módulo Rádio
A sobrevivência do rádio
Assim como as demais “mídias tradicionais”, o rádio atualmente enfrenta a crise determinada pela era digital. A radiodifusão, no entanto, sobreviveu a outras crises e ainda se mantém como fundamental meio de informação. Adaptações foram necessárias, para acompanhar as transformações históricas. No Brasil, pode-se identificar cinco fases na trajetória do rádio, confundindo com a própria trajetória da sociedade brasileira.
A fase inicial diz respeito ao surgimento e a implementação do meio no país. Entre as décadas de 1920 e 1930, foi o período das “rádio sociedades”, mantidas por associações de elite. Ou seja, eram rádios produzidas e voltadas a grupos muito restritos, não contemplando publicidade. O meio popularizou-se a partir de meados dos anos 30, quando iniciou a chamada “Era do Rádio”. Programas de auditório, musicais, radionovelas e radioteatro figuravam entre as principais diversões das famílias brasileiras. O transistor, criado em 1948, possibilitou a miniaturização dos aparelhos receptores, ampliando o alcance das mensagens radiofônicas.
O advento da televisão inaugurou a terceira fase do rádio no Brasil, da metade da década de 1950 até o final da década seguinte. O rádio teve sua morte decretada, pois, teoricamente, não conseguiria fazer frente ao universo de imagens propiciado pela tevê. As emissoras tiveram dificuldade em manter suas equipes e reduziram as programações. Contudo, surgiu uma opção, que acabaria consolidando-se: o radiojornalismo. A fase seguinte, entre os anos 70 e 80, viu a consolidação do jornalismo, calcado na prestação de serviços e no contato com o público. Construiu-se um novo espaço para o rádio, lançando mão de sua característica ágil, direta e popular. Neste período, também, observamos o desenvolvimento das FMs, centradas na programação musical e jovem.
Hoje, vivemos a quinta fase do rádio, ainda impossível de determinar os contornos que tomará. Temos o avanço da informática e das tecnologias, a realidade da Internet e o surgimento das rádios digitais; elementos que geram impacto sobre o rádio convencional e novas adaptações por vir. Mais uma vez, questionamos sobre a sua sobrevivência. Algumas características asseguram uma adesão significativa ao meio: a linguagem oral (pela praticidade), a transmissão quase imediata dos fatos, possibilidade de mobilidade e a acessibilidade. Houve perda de público em comparação, principalmente, a televisão e os rendimentos são baixos na radiodifusão. Uma combinação de prós e contras, que durará enquanto durar o rádio.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Módulo Texto
Hoje organizamos as pautas de nossos grupos, para a produção de nosso primeiro Impresso, meu grupo era da editoria economia. Tentamos selecionar os melhores assuntos, que pudessem ser atemporais e significativos, visando preencher o número de caracteres que precisávamos. Na próxima aula iremos ainda corrigir e entregar as matérias com as fotos para que os professores possam montar e diagramar o nosso jornal.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Módulo Texto
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Módulo Texto
A Procura da Mística
O jornal impresso é a expressão mais clássica da atividade jornalística. A imagem da redação povoa o imaginário com uma aura quase sacralizada. O exercício detetivesco da reportagem e a prática virtuosa da escrita assumem, frequentemente, caráter de sacerdócio. A rotina de leitura matinal do periódico, para muitos, significa um ritual essencial.
A mística construída em torno do jornalismo impresso não o isentou da crise (alguns preferem o termo ''revolução'') imposta pela Internet. A comunicação digital provocou a necessidade de adaptação das antigas mídias e ameaçam a própria existência de algumas delas. Esse é o caso do impresso, que tem sua morte anunciada com frequência. A tecnologia, contudo, oferece alternativas e propõe uma nova relação com o veículo.
A imprensa escrita comporta uma estrutura complexa de profissionais e rotinas de produção. O trabalho nunca para e é sempre pressionado pelo tempo. Se a agilidade é fundamento, o aprofundamento é característica. O texto de jornal espera-se mais completo e com alguma densidade. O seu público busca informações amplas, mas também a experiência prazerosa da leitura. Logo, o produto deve oferecer forma e conteúdo. Para alcançar o resultado, um texto de qualidade e a tempo de informar a novidade, alto custo e atividade exaustiva.
Questiona-se a validade e a possibilidade de manter essa estrutura, diante da realidade dos meios digitais. As determinantes econômica e prática já desviam um público significativo para tais meios. Como salvar o gérmen do jornalismo no contexto atual? O lançamento e aperfeiçoamento do papel digital pode ser um caminho de renovação para o suporte. Oportuniza uma plataforma eficiente, ampla e ágil para o conteúdo que hoje ainda vive nas páginas. Outra via de reflexão é a proposta e a forma do conteúdo dos jornais impressos. Em disputa com a rapidez e a objetividade das notícias presentes na Internet, o periódico diário poderia voltar-se para a análise dos fatos, explorando as colunas de opinião e grandes reportagens, ao invés do foco na notícia. Dessa forma, sugere-se uma via de "não-agressão" entre o meio tradicional e as inovações técnicas, definindo espaços específicos.
O que há de certo é que o jornalismo não permanecerá como o conhecemos; as mutações estão em pleno processo, rapidamente. Uma nova mística, inevitavelmente, será construída.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Ana Brambilla
Jornalismo Colaborativo
Na última aula de Laboratório de Jornalismo, dia 10 de setembro de 2009, recebemos a visita da Jornalista Ana Brambilla, que é mestre em comunicação com ênfase em práticas colaborativas, e também é professora de jornalismo digital na Famecos. O texto “Jornalismo Colaborativo”, publicado por Ana, foi tema de nosso debate
Até onde esta prática é positiva ao profissional ou futuro profissional da Comunicação Social? Está foi uma das principais dúvidas que surgiu ao longo da nossa conversa com Ana. É uma questão delicada, Ana deixou claro que o seu objetivo não era influenciar-nos quanto ao seu ponto de vista, e sim, falar sobre o cidadão que contribui com informações às mídias.
O Jornalismo Colaborativo defende que todo o cidadão pode atuar como repórter. De fato, contribuem espontaneamente. Trazem informações, dados, materiais, documentos, sobre acontecimentos noticiáveis ocorridos na comunidade onde que vivem.
Confesso que existe um medo, talvez até uma desconfiançazinha, ter que dividir o mercado já acirrado com o cidadão não diplomado e contribuinte, a meu ver, é desvalorizar a nossa (no meu caso, futura) profissão. Pergunto-me o porquê da não existência da Medicina ou da Advocacia Colaborativa. Da Psicologia Cidadã, da Publicidade Participativa...
Ainda assim, retomo que é apenas um ponto de vista particular. Não significa que o cidadão contribuinte de informações seja propriamente dito um insulto, ou menosprezo a nossa profissão.
Parabéns a Ana pelo texto e pelo agradável debate.
Anelise Machado.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Módulo Web
O que fazer da comunicação digital?
A revolução tecnológica, intensificada há pouco mais de uma década pela Internet e que promete ainda inúmeros desdobramentos, é hoje um dos principais eixos de discussão no campo da Comunicação. Estão em jogo, mais do que a mudança de plataformas e novas formas de expressão, a intervenção, o caráter e a legitimidade dos profissionais comunicadores no contexto digital. Falta preparo técnico e experiência para explorar as possibilidades da estrutura digital. A relação entre os conteúdos e os indivíduos está em processo de mutação drástica, visto que os papéis de produtor-público ou emissor-receptor não são mais claramente definidos e distintos.
O trabalho do jornalista tem a sua disposição um amplo aparato de tecnologia, que nem sempre é bem utilizado por ele. Progressivamente, as gerações têm mais familiaridade com essa realidade. A web é um fenômeno cada vez mais democrático. Contudo, muitas pessoas ainda sofrem no manuseio do computador e de outros equipamentos modernos. Encontramo-nos em uma fase de aprendizado constante das possibilidades que temos a nosso alcance, principalmente porque essas possibilidades não param de crescer. O desconhecimento técnico dos profissionais reflete no mau uso ou na utilização limitada dos novos instrumentos de comunicação. Os profissionais em formação acenam com alguma esperança: são indivíduos, em sua maioria, que cresceram na era digital. É necessário, de qualquer forma, conhecer e explorar. Não é possível fazer o mesmo jornalismo, nem nas plataformas tradicionais, nem na digital. Para realizar as inovações, é urgente a educação nas ferramentas.
Por não saberem trabalhar com as tecnologias ou por não terem a noção exata das suas oportunidades, os jornalistas temem, em especial, a Internet. A ampliação da interatividade (expressão que virou clichê) a perder de vista, na medida em que todos produzem conteúdo, seria uma ameaça à atividade jornalística, segundo a classe. Grita-se a todo pulmão que é necessário marcar posição e diferenciar O Jornalismo do puro exercício-da-liberdade-de-expressão. Alguns jornalistas esperam que alguém/alguma coisa faça isso por eles, ao que parece. Mas o espaço está escancarado para a atuação dos profissionais. A Internet e todo universo das tecnologias recentes trouxe praticidade, agilidade e um campo imenso de diversificação e aperfeiçoamento da prática jornalística. Nós, comunicadores, estamos diante de um caminho que está em processo de abertura. Cabe a nós trilharmos novas trajetórias e propormos “modos de fazer” para o jornalismo, em novas relações com nossos instrumentos, nossas mensagens e nossos públicos.
Apresentações
Começamos hoje nossas postagens da disciplina de Laboratório de Jornalismo, esperando boas discussões e muita troca de informações.
Eu sou Camila Ventura, aluna do 3º semestre de Jornalismo, tentando recuperar as cadeiras que ficaram atrasadas pelo caminho... Estou começando uma nova jornada profissional, retornando aos bancos universitários. Na verdade, sou uma professora de Historia tentando aplicar um plano B. Minhas expectativas em relação à disciplina são as melhores, principalmente porque fiz muitas disciplinas teóricas e apenas agora tenho um maior contato com a prática da futura profissão. Para mim, o desafio será lidar com todo esse aparato tecnológico, que não faz parte do meu histórico e pelo qual tenho algo próximo da aversão...
Entrem e fique a vontade!
Oi, pessoal! Meu nome é Anelise Fruett Machado (mas podem me chamar de Ane). Tenho dezoito anos e estou no primeiro semestre de Jornalismo. Trago em minha bagagem a paixão pela literatura, pela língua portuguesa e pelas formas de comunicação e expressão. O ingresso à universidade, para mim, representou não só o início de uma vida acadêmica, mas também o de uma vida adulta. Espero que todos estejam gostando das aulas.
Sejam bem-vindos ao nosso blog!
